17 abril 2010

O que sei do tempo

Acho que nada.
E não deveria fazer questão de saber, embora algumas vezes arrisque acreditar que sei. Arrisco fingir. O que não é uma dificuldade maior do que segurar aquela vontade louca de saber do tempo. O tempo que passa, o tempo que fica e o tempo que diz que vem. Finge que vem. Minha noção do tempo virou uma linha conturbada entre o que é e o que não está para acontecer, sem qualquer espectativa de entendimento.



Mas eu finjo que entendo.
Postado por Anônimo às 18:08

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Deixe a timidade de lado, não posso oferecer um copo de leite com biscoitos, mas vale uma fruta? :)